Blog Post


A vitrine é VIP

FALANDO EM PUBLICIDADE, VAI UM FLYERGO?

  • Por Digitalinha
  • 12 mai, 2019

À primeira vista a distribuição de flyers parece ser uma forma de publicidade de fácil e rápida execução, ao alcance de qualquer um, mas analisando bem a questão, se queremos obter sucesso e rentabilidade do tempo e dinheiro investido, tem muito que se lhe diga. Não?! Ora veja então…

Como o nome indica, o flyer voa, voa de mão em mão, até à mão certa!

  . é simples e direto;

  . fica na memória;

  . é barato, comparativamente a outros tipos de publicidade direta;

 .  é eficaz, após de visualizado é convertível em memória;

Não é por isso de estranhar que o flyer seja uma das formas de publicidade mais antiga e usada no mundo inteiro, continuando atual, mesmo numa era em que o digital domina.

No entanto, para este ser eficaz na sua missão, é necessário ter em atenção alguns requisitos. Apontamos os cinco erros mais comuns cometidos na elaboração e distribuição dos flyers:

1)      Layout confuso que dificulta a compreensão da mensagem.

Não devemos esquecer nunca que o flyer apenas dispõe de um pequeníssimo fragmento de tempo para captar a aceitação e atenção de quem o recebe e que é necessário motivar essa atenção, não a repelir.

2)     Informação massificada.

Muito texto ou muita imagem desmotivam de imediato a visão humana (as pessoas por norma são preguiçosas para ler ou assimilar muito texto e informação) e é garantido que o flyer será ignorado pela maioria. Se a este aspeto se juntar o referido no ponto 1, o flyer estará condenado.

3)     Dimensão inadequada.

Flyers muito pequenos, inferiores ao tamanho A5 terão uma informação mais condensada, podendo originar carateres de difícil visão e imagens pouco percetíveis. Em contrapartida, flyers muito grandes, com muitas faces ou dobragens de papel, transmitem de imediato informação massificada e podem desmotivar logo à partida a sua leitura ou esta ficar incompleta.

4)     Distribuição sem planeamento.

Não devemos nunca esquecer que o flyer é uma forma de publicidade direcionada e localizada, tendo o objetivo de atingir um determinado publico alvo. Por conseguinte deve haver um estudo prévio do publico alvo e onde este se encontra, não esquecendo a densidade populacional quando se trata de campanhas direcionada ao consumidor final.

5)     Entrega abusiva.

Infelizmente nem sempre se respeita as boas normas de distribuição, principalmente quando se trata de entrega em endereços privados. Encher uma caixa de correio com vários exemplares do mesmo flyer ou juntar flyers e folhetos de diversas campanhas publicitárias, por vezes de empresas concorrentes, irá originar saturação de quem recebe e é garantido que a maior parte não será lida ou retida na memória. Colocar um flyer (muitas das vezes são 4 ou 5!), no para-brisas de uma viatura em dia de chuva irá certamente aborrecer o proprietário! Infelizmente não se controla o tempo, mas pode-se controlar a distribuição.

 

Como fazer então um Flyergo feliz:


1)     Ser atrativo visual e textualmente;

 Lembrar a máxima que por vezes “menos” é “mais”. O flyer deve ter um layout de acordo com o produto ou serviço que promove, sem demasiado texto ou imagens e de fácil compreensão.

2)     De fácil leitura;

Não esquecer que nem todos têm uma visão de “raio-X” ou as mãos livres para dobragens difíceis!

3)     Suave ao toque;

O sensorial é muito importante e a textura e odor do papel transmitem sensações que, se forem positivas, irão ajudar à memorização do conteúdo do flyer.

4)     Uma distribuição planeada de “A a Z”, bem estruturada e motorizada;

Publico, local, rota e forma de entrega, tudo previamente estudado e delineado. Controlo durante a distribuição e relatório final. Estes são elementos chave para o sucesso da campanha.

5)     Monitorização dos resultados.

Um trabalho difícil, pois nem sempre as empresas têm forma de o realizar ou sensibilidade para tal, mas é importante para se obter conclusões sobre a campanha terminada e para o planeamento de campanhas futuras. Uma das formas de monitorização é tentar perceber através dos contatos recebidos após a conclusão da distribuição (via telefone, email, site…), se estes advêm diretamente da visualização de um flyer ou da difusão da sua mensagem. Outra forma poderá ser pela análise do volume de vendas após a campanha, mas existem várias formas de monitorização, bastando para tal implementar mecanismos específicos logo no planeamento da campanha.

Em conclusão, um simples flyer pode ter um alcance bem maior do que apenas o da pessoa a quem foi entregue. Pode gerar resultados imediatos ou a médio/longo prazo se houver um bom “trabalho de casa”. Um simples pedaço de papel, quando bem planeado e estruturado, pode multiplicar-se uma infinidade de vezes, passando de mão em mão, de memória em memória, de sugestão em sugestão, de compra em compra. E então, vai um Flyergo?

DigitaLinha

Por DigitaLinha 18 fev, 2019
Este espaço destina-se à partilha de informação, notícias e acontecimentos, nossos, vossos, de todo o mundo, ou seja, um espaço 100% COMUNICAÇÃO! Partilhe connosco os seus acontecimentos e como não podia deixar de ser, o "nosso" acontecimento do momento é o nosso novo site pronto a ser visitado. Seja bem-vindo à DigitaLinha!
Share by: